Aqui está o tergiversar ininterrupto que os intervalos empurram dos meus silêncios para este caderno não-papel.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Bambu
Basta ler os nomes dos candidatos em 2014 para saber que nenhuma ética nos governará nos próximos quatro anos. A menos que uma tempestade lave a mente dos eleitores, nossos votos serão depositados nas urnas como torcedores defendendo empresas e seus ídolos fabricados.
O titulo será novamente de quem corromper mais eleitores com pão e circo. Será preciso muito dinheiro para gastar no tapetão. O crime continuará no poder, com nosso aval. Sendo assim, esta será também a 'eleição das eleições'... Tomara que a taça seja de bambu.
segunda-feira, 9 de junho de 2014
conviver existencialista
eu
de toda forma sociável
interativo ser que sou
por aqui e ali.
sou
de toda forma sociável
polemico que sou
por aqui e ali
vou
de toda forma sociável
caminhante que sou
por aqui e ali
estou
de toda forma sociável
e não sei viver
com pessoas.
de toda forma sociável
interativo ser que sou
por aqui e ali.
sou
de toda forma sociável
polemico que sou
por aqui e ali
vou
de toda forma sociável
caminhante que sou
por aqui e ali
estou
de toda forma sociável
e não sei viver
com pessoas.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
outro ponto
Que no mundo onde meus passos chegarão
Sem que meus sentidos ensurdeçam
Os que tem a dizer falem
E os estúpidos calem.
Sem que meus sentidos ensurdeçam
Os que tem a dizer falem
E os estúpidos calem.
sábado, 29 de março de 2014
Consecução
Dá um passo
arrisca um
experimenta
Intenta em mim tudo que guardo...
Sim
qual Khan qual nada!
Alexandre Espartacus Homero
Todos que se representaram grandes em atos
Quais feitos de Aquiles Heródoto Eros
Nada e nenhum guardaram em si cavalaria
Ou destreza maior que esta que acende em mim
E leva em prosa verso a soma do que quiçá todos
Estes e mais outros nascidos em um
Trariam de pronto e em riste
Na disposição de vergar até o tempo
Quanto mais a distância ou as vontades
Da natureza e a mãe Terra
Só para beber uma molécula da água
Que compõe teu corpo.
A soma exponencial geométrica
De todas as progressões possíveis
Não dão conta do cálculo deste assombro
Que ultrapassa o 'n' do infinito Bang
Despoletado com um quântico movimento teu
Em direção a este eu comprimido
Em cem buracos negros sobrepostos.
Acende
Risca uma pedra na outra
Se não te dispus lume
Incandesce os olhos com uma faísca
Em pensamento a mim
E assim que a intenção de fazê-lo
Aqui for percebida
Sem veleidade construirei
O teu transporte em imagem
Em sentidos
arrisca um
experimenta
Intenta em mim tudo que guardo...
Sim
qual Khan qual nada!
Alexandre Espartacus Homero
Todos que se representaram grandes em atos
Quais feitos de Aquiles Heródoto Eros
Nada e nenhum guardaram em si cavalaria
Ou destreza maior que esta que acende em mim
E leva em prosa verso a soma do que quiçá todos
Estes e mais outros nascidos em um
Trariam de pronto e em riste
Na disposição de vergar até o tempo
Quanto mais a distância ou as vontades
Da natureza e a mãe Terra
Só para beber uma molécula da água
Que compõe teu corpo.
A soma exponencial geométrica
De todas as progressões possíveis
Não dão conta do cálculo deste assombro
Que ultrapassa o 'n' do infinito Bang
Despoletado com um quântico movimento teu
Em direção a este eu comprimido
Em cem buracos negros sobrepostos.
Acende
Risca uma pedra na outra
Se não te dispus lume
Incandesce os olhos com uma faísca
Em pensamento a mim
E assim que a intenção de fazê-lo
Aqui for percebida
Sem veleidade construirei
O teu transporte em imagem
Em sentidos
sexta-feira, 28 de março de 2014
Ao fim e ao cabo...
No percurso que fazemosEm vias de não mais ser
É possível que sejamos
Das possibilidades que haviam
A que nos era mais remota
Quando a estrada se fazia
Com pretensos atributos
É certo que desejávamos
Ser mais do que hoje penso
De não ser mais que idiota
Vem a vida
Venha a sorte
De haver mais que comida
E o eterno medo da morte
Vai a vida
Venha a sorte
De não ser mais que comida
No eterno reino da morte
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Conto da contemplação
Palavras. Uma profusão de termos ambíguos implodiu o extinto planeta. Juliano olhava desde si até o riacho. O dia normal alegrou a todos. Sabiam da finitude. Só coisas alegres importavam. O filho observou a ladeira que parecia escorregar por debaixo do objeto animado. Sorriu e disse, bola! O pai contemplou a imaterial completude entre o ser e o espaço. Juliano falou com os olhos, felicidade!
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
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